quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Diante dos meus olhos




Diante dos meus olhos carentes,
Um silêncio observador invade as janelas da alma
E suponho que possa ser o amor...
Ele dança no palco do seu jogo criador.
Enquanto minha certeza expressa-se em sensações...
Como poderei abraçá-lo além do sonho,
Se há dúvidas cruéis que o fazem vacilar?
É tarde e ele invade meu coração.
Diante de todas as coisas nada sei...
Mas entendo que é possível inebriar-se da sua magia...
Quero apenas luz para renascer consciente...
Porque é inevitável a dádiva do seu merecimento,
Mas que seja dele a escolha em seu silêncio,
E que seja profundo, porque as águas são densas
E meus desejos não são deste mundo ...