Na simplicidade do silêncio,
Eu sou um grão de areia que atrai um foco de luz.
Viajo e vou até o firmamento,
Lá sou tudo que não se ouve ou vê,
Estarei além de toda a atenção
Porque quero tentar sobreviver...
Sendo , assim, sem ninguém saber-me,
Desperto em mim a certeza de ser
Desperto em mim a certeza de ser
Posso criar um novo cenário,
E contornar incompreendidas circunstâncias.
Flutuando vejo-me nas águas da verdade
E contornar incompreendidas circunstâncias.
Flutuando vejo-me nas águas da verdade
E enquanto estiver neste vazio,
Encontrarei a possibilidade de desvendar meu diário,
Reler minhas lendas e crenças,
E sincronizar-me novamente com o amor...
Na simplicidade do silêncio,
Ao sabor dos ventos em meu coração,
Poderei entender como é o amor em tua percepção...




3 comentários:
Feliz Época.
Prenda de Natal: http://img152.imageshack.us/my.php?image=selohs3.jpg
http://desabafos-solitarios.blogspot.com/
...olá poetisa!
quantas vezes é necessário
perdermo-nos no outro, para nos
reencontrar nas asas
do silêncio morada de nossos
mais íntimos desejos.
obrigada por escolher meu chão,
para seguir.
muahhhh
É isso aí, Isabela. Nada como descobrir-se e reinventar-se.
Cá estarei para lhe acompanhar.
Beijokas da Joice.
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