Amor,
Objeto secreto dos sentidos,
Onde está tua referência?
Não tem forma ou estrutura,
Surge muito além da consciência,
Delineando carinhos, orientados pela lua,
Cria fardos de amizade, e acalenta as almas nuas
Tal como uma maçã inteira...
Objeto secreto dos sentidos,
Onde está tua referência?
Não tem forma ou estrutura,
Surge muito além da consciência,
Delineando carinhos, orientados pela lua,
Cria fardos de amizade, e acalenta as almas nuas
Tal como uma maçã inteira...
Contemplativa beleza, de verdade e sensações...
De arrebatados beijos sem limites de afeições...
Mas a missão dá-se, inesperadamente, interrompida,
Num despertar doloroso quase sem paixão,
Estavam as almas ainda tão adormecidas...
Quem sabe ainda perdidas nos mares da compaixão...
Amor, onde está tua referência?
Que intensifica tua etérea condição?
No abandono dos meus pensamentos,
Tornou-se maçã partida, dissipada em desilusão...
De arrebatados beijos sem limites de afeições...
Mas a missão dá-se, inesperadamente, interrompida,
Num despertar doloroso quase sem paixão,
Estavam as almas ainda tão adormecidas...
Quem sabe ainda perdidas nos mares da compaixão...
Amor, onde está tua referência?
Que intensifica tua etérea condição?
No abandono dos meus pensamentos,
Tornou-se maçã partida, dissipada em desilusão...




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